Nossa História

Caro visitante,

Sentimo-nos honrados pelo seu interesse em conhecer um pouco sobre o “elo” da nossa empresa com o “Lendário Tietê”.

Nosso pioneirismo no “Turismo Fluvial”, teve inicio na década de 60, o que nos levou a fazer parte das muitas histórias narradas em documentários e livros, sobre o mais importante rio paulista.

Fazer parte dessa história, como precursores do turismo no Tietê, tornou nossa empresa reconhecida por diferentes segmentos da sociedade, em especial, pelos órgãos governamentais e imprensa, no Brasil e em muitos países.

Orgulhosos e agradecidos por sua visita, aproveitamos para brindar e comemorar com você, os 50 anos da nossa empresa.

O mérito do sucesso alcançado no decorrer desses anos, sempre esteve lastreado em proporcionar um turismo de qualidade, alegre, de conhecimento, e acima de tudo, seguro.

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Diário de Bordo

Todos navios, no mundo todo, possuem o “Diário de Bordo”. Nele, são registrados: número da viagem, condições do tempo, destino, horários de partida e chegada, número de tripulantes e passageiros.

Nossos Diários apontam que: “ao longo desses 50 anos, mais de dez milhões de pessoas estivam a bordo dos nossos navios”. Sem dúvida, uma soma expressiva. Para nós, mais gratificante ainda, é reencontrar pessoas, famílias que, por inúmeras vezes se fizeram presentes, e continuam dando-nos a honra de suas visitas.

Vemos isso como um aferidor do nosso desempenho, e um dos motivos que sempre nos impulsionou na modernização das nossas embarcações, qualificação e treinamento dos nossos tripulantes, e o aprimoramento no atendimento.

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Viagem no tempo – Dos Navios movidos vapor da Sorocabana, aos atuais Navios de Turismo

Entre os anos de 1873 até meados de 1950, época pujante da cafeicultura, os rios Tietê e Piracicaba viveram o auge da navegação a vapor. Havia vários navios, portos e estações ferroviárias onde se fazia o transbordo do café e outros produtos agrícolas que eram enviados para o porto de Santos.

Durante esse período, a navegação a vapor dispunha de um trecho navegável que ia desde a região de Piracicaba, até o Salto de Avanhandava, já no extremo oeste do Estado.

Eram tempos difíceis, poucas e rudimentar eram as estradas, e o rio era o meio mais eficaz para o escoamento dos produtos agrícolas das muitas fazendas espalhadas pela região central do Estado.

E o Tietê, quando outrora contribuiu para o desbravamento e a colonização do oeste brasileiro, mais uma vez foi de vital importância para o desenvolvimento econômico do Estado de São Paulo e do País.

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Barra Bonita, 1883 data da fundação, 1950 fim da navegação a vapor

Por estar localizada no meio, no centro do antigo trecho navegável, ou seja, entre os portos da região de Piracicaba e Salto de Avanhandava, e por possuir de um ramal ferroviário, Barra Bonita, também viveu o ápice da navegação a vapor.

Atualmente, onde se encontra instalado o Hotel Beira-Rio, funcionava o movimentado porto da Estação Sorocabana, empresa proprietária da linha férrea, e dos famosos navios, Visconde de Itu, Souza Queiroz, e outros menores, menos conhecidos

Com a expansão da cafeicultura, e com o inicio da cultura canavieira, novas estradas foram abertas, tornando o escoamento dos produtos agrícolas até a estação ferroviária mais prático, mais rápido, e aos poucos, a então pujante navegação a vapor, foi perdendo espaço, culminando com sua total desativação em meados de 1950.

Outro fator que contribuiu para sua desativação, foi o inicio das obras da construção das hidrelétricas de Barra Bonita, Bariri, e outras que foram posteriormente construídas.

Esse período de navegação a vapor, que perdurou por quase 70 anos, deixou de existir. Só a partir de 1973, após conclusão das dez eclusas existentes nos rios Tietê e Paraná, a navegação de carga, de longo curso é retomada, desta vez, por grandes e modernas embarcações.

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O bucólico Tietê

Após protagonizar os memoráveis acontecimentos, por um período de quase 20 anos, houve uma total calmaria. Literalmente o Tietê se tornara bucólico, servindo apenas de paisagem, contemplação e inspiração para poesias, encontros e romances que aconteciam a cada majestoso e inigualável por do sol.

Em Barra Bonita, como exemplo, uma cidade praticamente debruçada sobre o rio, com uma população acostumada com o vai e vem dos navios da Sorocabana, seu apitos, a movimentação que existia, o que restara foi apenas saudade, e alguns batelões utilizados para extração e transporte de areia, e raros botes de madeira utilizados para as não menos bucólicas pescarias.

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A relação do nosso fundador com a navegação a vapor e o Tietê


Certamente tal relacionamento daria mais um “belo livro”, como outros que ajudaram a contar e enriquecer as memoráveis historias do Tietê. O lançamento desse livro, é uma dívida que temos para com o rio, com nosso fundador, e para com o público, mas já se encontra em planejamento.

Em toda história narrada até aqui, nosso patrono, Raphael Palmesan, nascido em 24 de Fevereiro de 1928, casado com Nadir Therezinha Schiavo, idealizador e pioneiro do turismo fluvial no Tietê, não apenas presenciou o apogeu da navegação a vapor, como teve a oportunidade de se integrar e conviver com a tripulação desses navios, entre os anos de 1940 e 1950.

 

 


Contam os filhos que, nas saudosas reuniões de família, ele sempre deixava transparecer seu saudosismo. Certamente, no auge da sua adolescência, ter vivenciado o quanto foi pujante a navegação, sua convivência a bordo, seu relacionamento com seus inseparáveis amigos marinheiros, especialmente com o rio, sem dúvida marcaria sua vida para sempre, e determinadamente, foi o que o impulsionou a criar o turismo nas águas do Tietê.

 

 

 

 

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Meados dos anos 60, nasce o turismo em suas águas, a alegria esta de volta no Tietê


Final dos anos 60, mais precisamente, 1968. Naquela época, a visão de se criar um turismo fluvial no Tietê era algo inimaginável, menos para seu idealizador. Um homem visionário, que deu vida ao turismo em suas águas.

Sua visão empreendedora, contribuiu de forma decisiva na construção de novos horizontes para o desenvolvimento do turismo no Estado de São Paulo, com reflexos no Brasil, e em outros países.

Nós, diretores e funcionários, que formamos a equipe, a família Navegação Fluvial Médio Tietê, com honra e orgulho, agradecidos por tudo que o Tietê sempre nos deu, costumamos dizer e afirmar: “Na nossa família, misturado ao nossos sangue, corre junto em nossas veias, as águas do Rio Tietê”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Nossos primeiros barcos

“Cidade Simpatia” – Homenagem ao título e musica dado a cidade, inclusa no Roteiro Turístico do Estado de São Paulo em 1967.

 

 

Ano de fabricação: 1968
Modelo: Monocasco
Comprimento: 8 m
Boca (largura); 1,6 m
Motorização: Motor Catarinense – 2 cilindros – 18 HP – gasolina
Capacidade: 12 passageiros

 

 

 

 

 

 

 

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“Crepúsculo Romântico” (nome sugerido por Fiori Gigliotti, primo de Raphael)

 

 

Ano de fabricação: 1969
Modelo: Monocasco
Comprimento: 14 m
Boca (largura); 3,2 m
Motorização: Motor Mercedes – 4 cilindros – 60 HP – Diesel
Capacidade: 46 passageiros

 

 

 

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“Igaraçu do Tietê”

 

 

 

 

 

 

 

 

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“Crepúsculo Romântico II”

 

 

 

 

 

 

 

 

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“Crepúsculo Romântico III”

 

 

 

 

 

 

 

 

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“Arca de Noé”

 

 

Ano de fabricação: 1972
Modelo: Monocasco
Comprimento: 26 m
Boca (largura) 4,8 m
Motorização: 2 motores Perkins – 6 cilindros – 95 HP – Diesel
Capacidade: 120 passageiros

Foi com essa embarcação que começaram as viagens com almoço a bordo, coincidindo com a inauguração da Eclusa em 1973

 

 

 

 

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Nossas atuais embarcações

“San Raphael”

 

Ano de fabricação: 1979
Modelo: Catamarã
Inauguração: 09 de Março de 1980
Comprimento: 32 m
Boca (largura); 9,25 m
Motorização -2 motores Perkins – 140 HP – Diesel
Capacidade: 600 passageiros

 

 

 

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“San Diego”

 

Ano de fabricação: 1986
Modelo: Monocasco
Comprimento: 30 m
Boca (largura); 8,2 m
Motorização: 2 motores MWM – 6 cilindros – 110 HP – Diesel
Capacidade: 400 passageiros/ atualmente 346 passageiros

 

 

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“San Marino”

 

Ano de construção: 1999
Modelo: Monocasco
Comprimento: 41,5 m
Boca (largura): 9,85 m
Motorização: 2 motores MTU – 6 cilindros – 310 HP – Diesel
Capacidade: 700 passageiros/ atualmente 600 passageiros

 

 

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Lançamento em breve

“Aquarius”

 

Em construção
Modelo: Catamarã
Comprimento: 43,20 m
Boca (largura): 10,90 m
Motorização: 2 motores Scania 340 HP – Diesel

 

 

 

 

Obrigado por nos acompanhar!

 

 

 

 

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